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LOCALIZAÇÃO

INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ (IAPAR) - LONDRINA - PARANÁ

Na década de 70 é criado o IAPAR - Instituto Agronômico do Paraná, para intensificar as pesquisas em busca de novos modelos tecnológicos para a cafeicultura paranaense, fundamentado no aproveitamento dos recursos naturais, manejo integrado, novas variedades, ajuste de densidade e qualidade do produto com a integração de outras atividades.

Vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), é o órgão de pesquisa que dá embasamento tecnológico às Políticas Públicas de Desenvolvimento Rural do Estado do Paraná, com a missão de prover soluções inovadoras para o meio rural e o agronegócio do estado.

 

O Programa Café tem realizado pesquisas para o desenvolvimento de modelos tecnológicos de produção adequados às regiões cafeeiras do Estado. As ações estão direcionadas para: aumento da produtividade da cafeicultura, melhoria da qualidade do produto e da bebida, promoção da diversificação das atividades agrícolas nas propriedades, redução de custos de produção, insumos e energia; aumento da eficiência da mão-de-obra e infraestrutura disponível e preservação do meio ambiente.

 

Três pesquisadores participarão da programação, oportunidade para interagir e aprender com estes profissionais renomados.

Local

 

Para este evento, a Capricornio Coffees escolheu novamente a cidade de Londrina que possui as instalações adequadas para a realização deste evento que acontecerá mais uma vez no Iapar.

 

A Capricornio Coffees também ministra, ao longo do ano, cursos da Brazilian Coffee School, em Pirajú, São Paulo, e em Jacarezinho, Paraná, e em outros locais quando convidada.

EXPLORANDO LONDRINA

 

Londrina fez parte de um conjunto de municípios cuja origem teve relação com a produção do café. Atualmente, não é à toa que os londrinenses podem observar a existência de resquícios dessa memória espalhados pela cidade, que são a representação da cafeicultura em sua história.

São denominações tão presentes no cotidiano, que as pessoas não se dão conta da variedade de elementos nominados pelo grão, que vai desde comércios, espaços de entretenimento à área esportiva. Há o Bourbon e o Sumatra, hotéis com nomes de duas variedades do cultivar, que marcam o início da colonização e da produção no Norte do Paraná. Como os dois primeiros nomes já citados, a denominação Catuaí do shopping também é uma variedade da primeira espécie de café no Brasil, a Coffea arabica, de origem africana.

Seguindo essas referências há diversas vias como a Av. do Café por exemplo, e os logradouros do Conjunto Parigot de Souza, sem contar os bairros como o Conjunto Cafezal, o Parque Residencial do Café e o Parque Ouro Verde. Para quem não sabe, o café era tão valioso em suas fases de destaque exportador que recebeu apelido de “ouro verde” e por isso, na época em que o ícone do patrimônio cultural da cidade fora inaugurado, o Cine Teatro Ouro Verde, Londrina desfrutava economicamente o seu auge cafeeiro. Não se pode deixar de citar Estádio do Café e o responsável por elevar a cidade ao título de “Capital Mundial do Café”, a Cia. Cacique de Café Solúvel, que na década de 1960 e 1970 representou a maior exportadora brasileira do produto solúvel.

Por fim, existem os símbolos políticos da emancipação de Londrina, que é o Brasão com ramos do cultivar e a cor vermelha de sua Bandeira remetendo à fertilidade da terra. Curiosidade: de acordo com os imigrantes italianos quando faziam referência ao solo de “terra rossa” (em italiano o termo rosso quer dizer vermelho), os brasileiros aportuguesaram o nome para roxo, e assim, alguns falam terra roxa, outros, vermelha. Enfim, tantas denominações e referências para que a memória do café não caia no esquecimento local, onde até recentemente no cenário do entretenimento e do turismo, os londrinenses foram agraciados com o Bar Estação Café Brasil e a Rota do Café.

A geada de 1975 diminuiu a produção de café no estado, mas a Capricornio Coffees aposta que, com o aquecimento global a região ganhará novamente destaque no futuro, ampliando sua produção graças às boas temperaturas e a um volume de chuvas bem distribuído ao longo do ano, excelente para a qualidade dos cafés especiais hoje exportados para mais de 20 países.